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Lusosphere: Who? Me? You!? Why not Hugo?

time capaTIME Magazine's choice of ‘You’ as the ‘Person of the Year’ has created interesting reactions in Lusophone blogs. The coddling move from the editorial giant towards the new class of content creators among its audience initially seduced the web 2.0 crowds. Many commentators were quick to agree effusively with the choice delivering self congratulatory notes. But others would would soon start demanding from their blog visitors the expected critical investigative attitude of ‘awarded’ content-generators.

A internet revolucionou minha vida. Não chega a ser uma grande novidade, mas é um fato que merece destaque. Ela deu um 180° nos meus habitos de leitura, de consulta, de pesquisa, de interação, de conhecimento. E a revolução foi tão enorme, que a revista Time me elegeu como personalidade do ano. De forma simples, a internet me trouxe a liberdade de ler somente o que me interessa, de ouvir somente o que eu gosto, de descobrir os que as radios jamais tocariam, de assistir o que jamais a TV transmitiria. E principalmente me deu a ocasião de palpitar abertamente sobre tudo isso. O melhor de tudo é que os grandes meios de comunicação passaram a dividir seu espaço com fontes de informação alternativa, os ilustres blogueiros. E isso faz toda a diferença. Ler a opinião de um blogueiro sobre um assunto qualquer é, muitas vezes, mais emocionante do que ler uma materia sobre este mesmo assunto. O uso da primeira pessoa muda tudo.
Premio Tô me Achando 2006Tô me Achando

The Internet has transformed my life. It's not exactly a novelty, but it sure deserves to be mentioned. It has promoted a 180 degree turn in my reading, searching, interaction and knowledge habits. The revolution happened to be so big that Time Magazine has elected me the ‘Person of the Year’. Putting it simply, the Internet has brought me the freedom to read only what interests me, to hear the tunes that I really like, to discover what the radios would never play, to watch what TV would never broadcast. Mainly, it has provided me with the possibility of openly commenting about all that. The best of it all is that the mainstream media started to share space with alternative sources — the illustrious bloggers. This makes all the difference. In many cases, to read a blogger's opinion about a subject is more interesting than reading an article about the same issue. The use of the first person changes everything.
Premio Tô me Achando 2006Tô me Achando

A revista ‘TIME’ acaba de eleger, como Personalidade do Ano, “YOU”, ou seja, eu, tu, ele, cada um de NÓS, enquanto pessoa humana que, com a sua força e energia, ajuda a construir um mundo melhor, sendo parte activa e decisiva no maior desafio que se coloca à Humanidade – viver em dignidade, com o outro e para o outro! É partilhando este sonho de um futuro mais digno que envio a todos os leitores e bloggers votos de um Feliz Natal, desejando um Ano de 2007 pleno de graças.
[404] Feliz NatalO divã de Maquiavel

The Time Magazine has just elected the ‘Person of the Year’, ‘YOU’, in other words, me, you, him, each one of US, who while human beings help to create a better world with it's strength and energy, developing an active and decisive role in front of the biggest challenge facing Humanity – to live in dignity, with the other and for the other. While sharing this dream of a more dignified future, I send the best wishes of a Happy Christmas to all my readers and bloggers, hoping for a 2007 full of graces.
[404] Feliz NatalO divã de Maquiavel

Dessa vez era “VOCÊ” ou eu, nós, tu e eles. A tela do computador aí ao lado ainda trazia uma superfície espelhada pra que cada um visse seu próprio rosto. A “web 2.0″ é o que criou isso. Pra quem ainda acha essa idéia confusa de entender, o difícil é explicar. A coisa toda é tão simples e palpável que parece até idiota. Youtube, MySpace, blogs, Flickr´s e Slide são só algumas das ferramentas que usamos diariamente pra usar e abusar desse espaço virtual. Ninguém passa um dia sem olhar o seu inbox, mandar um torpedinho ou baixar um mp3 novo. Ainda não entendeu? Essa nova web é ativa e não passiva. Por isso “You” é o nome do cara. Você é quem tá absorvendo e gerando conhecimento a cada clique. Bote a roda pra girar, babe. Chega de ficar na decoreba quando existe o Google, desista do “Nevermind” quando vc pode descobrir uma neozelandesa de origem chinesa cantando pelo Bitcomet, leia pela primeira vez na vida o “Grande Sertão: Veredas”… em pdf. Vai lá! A internet grita pra vc: “- Vem ‘nimim’ que eu tô facinha!”
Vem ‘nimim’ que eu tô facinha!Turismo Antropológico

This time it was ‘YOU’, or I, we, you and them. The computer screen on the cover bring a mirrored effect so that each one will see his own face. The web 2.0 was responsible for creating that. For those who still find it difficult to understand, it is not easy to explain. The whole thing is so simple that looks like an idiocy. YouTube, MySpace, blogs, Flickr and Slide are only some of the tools we use on a daily basis to explore the possibilities of this virtual space. Nobody goes through the day without checking the inbox, or sending a sms, or downloading a new mp3. You don't understand? This new web is active, not a passive one. That's why ‘You’ is the name of the guy. It's you who are absorbing and generating knowledge at each click. Turn the wheels, babe. You don't have to know by heart when you have Google; give up ‘Nevermind’ as you can find a New Zealander of Chinese descent singing through Bitcomet; read ‘Grande Sertao: Veredas’ for the first time… in pdf. Go for it! The Internet is shouting at you: ‘Come to me cause I am easy!’
Vem ‘nimim’ que eu tô facinha!Turismo Antropológico

Eu sei que vocês andam aí. Eu sei que vocês me lêem. Comentem. Se há algo de que um blog vive é dos comentários dos seus leitores. Participem, contestem, concordem, adicionem algo. Quero ver-vos a participar. Vocês foram a personalidade do ano da Time Magazine, mostrem porquê. Isto não é um grito desesperado por participação, apenas é um incentivo ao vosso feedback, como participantes activos deste mundo interactivo que é a Internet.
Comentários: Precisam-seTeknologico

I know that you are around here. I know that you read me. Comments, please. If there is something that feeds a blog it is readers’ comments. I want you to participate, contest, agree, add something. I want to see you participating. You were Time Magazine's ‘Person of the Year’, show me why. This is not a desperate cry for participation, but only an incentive for your feedback as active participants in this interactive world of the Internet.
Comentários: Precisam-seTeknologico


However, there were some bloggers
that didn't buy the story at all. Be it because they do not feel included in the web 2.0 wave, or because they don't see the phenomenon as sufficiently broad, or even because they don't believe that most of “you!” are prepared to be in charge of creating valuable content.

Eu junto-me a Odete à lista das pessoas que recusam o prémio da revista Time: Person of the year. Eu não mereço, não tenho o perfil. Acho que este prémio deveria ir para as mãos de outra pessoa. Eu não entendo de HTML, não sei o que é Podcast, não falo francês, não sei usar o browse do ópera, não sei usar o myspace, não gosto do Bob Dylan, e verdade seja dita: não gosto de sexo durante a manhã. Pronto, falei. Obrigado à todos da revista mas recuso o galardão. Adeus e com licença.
Pessoa do Ano, eu?Imigrante Sofre!

I side with Odete and others on the list of people who refuse the Time Magazine award: Person of the Year. I don't deserve it, I do not have the required profile. I think the award should go to someone else. I don't know HTML, I don't know what a podcast is, I don't speak French, I don't know how to use Opera browser, I don't use MySpace, I don't like Bob Dylan, and… the truth must be said: I don't like sex during morning time. Well, I've said it. Thank you all from the Magazine, but I refuse the reward. Excuse me, goodbye.
Pessoa do Ano, eu?Imigrante Sofre!

‘O troço não tem mesmo nenhuma lógica, a não ser escolher alguém em evidência no noticiário para vender revista, muita revista. Responda rápido: o que rende maior tiragem, uma capa com Hu Jintao ou essa que chegou às bancas com espelho e tudo na ilustração para refletir “você” no lugar da Personalidade do Ano? Não vejo nada de errado na estratégia da “Time”, eu mesmo já inventei coisas piores para garantir meu emprego. O que me preocupa – e muito – é o discurso sobre o qual tal estratégia de marketing está montada. Essa história de dizer que o leitor venceu o jornalismo e assumiu o comando dos meios de comunicação modernos – “Você, e não nós, está transformando a era da informação”, afirma o editor da “Time” –, essa idéia de dar voz a quem não tem o que dizer, de entregar as ferramentas de produção a quem não sabe fazer, dá nisso: ninguém fez nada que mereça destaque em 2006. Destaca-se, então, a possibilidade de fazer. Vamos lá, qualquer estúpido é capaz’. por Tutty Vasquez
Você, seu Zé Ninguém!O malfazejo

There is no logic in the whole thing, other than to chose someone who is visibly in the news in order to sell more magazines, lots of magazines. Answer quickly: what would generate more sales? A cover with Hu Jintao, or this one which arrived on newsstands with the mirror to reflect ‘you’ in place of ‘The Person of the Year'? I don't see anything wrong with Time's strategy. I myself have invented worst things to guarantee my job. What worries me – a lot – is the discourse over which the marketing strategy is mounted. This story of saying that the reader has won over journalism and taken over the controls of modern media — ‘You, and not us, are transforming the information age’, declares the Time's editor — this idea of providing voice to people with nothing to say, handing production tools to people who don't know how to do it, comes out like this: nobody has done anything outstanding in 2006. So we focus on the possibility of making it. Come on, any stupid one is capable of doing it.’ by Tutty Vasquez.
Você, seu Zé Ninguém!O malfazejo

A revista Time fez uma escolha bizarra para personagem do ano 2006. Escolheu-nos a nós, internautas, pela nossa prazenteira actividade, justificando com o exemplo dos autores do famoso YouTube que souberam vencer num mercado asfixiado pelas grandes empresas de inovação tecnológica como a Microsoft ou o Google. Ora, nem vale a pena estar aqui a explicar quão singular é o caso do YouTube (que foi comprado pelo Google) para desconfiar do exagero de premiar toda uma «geração» pela sua incontornável adaptação aos tempos em que vive (informação, intertet, etc), a maior parte atingindo obviamente pequenos logros meramente pessoais e massajadores do ego. Isto porque a escolha da revista Time tem muito mais sentido quando sabemos que numa votação online os leitores da revista preferiram para personagem do ano o controverso Hugo Chávez (35%) seguido pelo presidente do Irão (21%). Assim, a revista que escolheu sabiamente Hitler para personalidade do ano de 1939 soube contornar o evidente incómodo de fazer a escolha óbvia este ano, atingindo com uma airosa e patética operação de charme (hi-hó) o seu público que, com a fresquinha medalha ao peito jamais duvidará da imparcialidade do periódico.
YouMatarbustos

Time Magazine has made a bizarre choice to 2006's Person of the Year. It has chosen us, the Internauts, by our pleasurable activity, presenting the example of the creators of the famous YouTube, who managed to win in a market stifled by big tech innovation companies like Microsoft or Google. We won't waste time explaining how unique is YouTube's case, in order to [cast] doubt about the over-appreciation of rewarding a whole ‘generation’ because of its natural adaptation to the times they live in (information, Internet, etc.), the majority obviously achieving [only the] small profits that are strictly personal and ego massaging. Time Magazine's choice starts making sense when we know that in an online poll, Magazine readers prefered to have as ‘Person of the Year’ the controversial Hugo Chavez (35%) followed by Iran's president (21%). Thus the magazine which had wisely chosen Hitler as ‘Person of the Year’ in 1939, knew how to deal with the disconfort of having to make the obvious choice this year, charming the audience who, with the reward hanging on the chest, will never doubt about the magazine's impartiality.
YouMatarbustos


Indeed, the loudest noise
over the choice of ‘You’ erupted as bloggers spread the information that the online poll on Time's website was easily won by Hugo Chavez. The contradiction was exposed and debated during the week as more bloggers became aware of the situation.

O problema é que os tais «utilizadores da Internet» i. e., nós, os que tivemos conhecimento que havia uma votação no site da revista, fomos lá votar no … Hugo Chavez. Eu também, e a minha mulher também. Provavelmente muitos de vós também, e em muitos países sucedeu a mesma coisa. Assim, quando chegou ao dia de fechar a votação, Hugo Chavez ganhou com 36% dos votos, seguido do Presidente do Irão Mahmoud Ahmadinejad com 21% dos votos. Ou seja: agora vamos todos fingir que a votação no site nem sequer era importante, e para ajudar a besuntar a areia nos olhos do pessoal, elegemo-los para Personalidade do Ano.
Revista Time: Vamos todos fingir que Hugo Chavez não ganhouAbruzolhos

The problem is that the so called ‘Internet users’ i.e., us, the ones who were aware about the online poll on the Magazine's website, we went there to vote for … Hugo Chavez. Me too, and my wife also. Maybe many of you have done that also, and the same has occurred in many countries. When the day of closing the poll arrived, Hugo Chavez had won with 36% of the vote, followed by Iran's President Mahmoud Ahadinejad with 21%. To put it simply: now we all are gonna pretend that the voting on the site was not even important, and to help throwing sand in your eyes, we elect you as ‘Person of the Year’.
Revista Time: Vamos todos fingir que Hugo Chavez não ganhouAbruzolhos

Apesar de todo o burburinho em torno da escolha do “Você” como personalidade do ano pela Time, o resultado era para ter sido outro. Hugo Chavez, presidente da Venezuela, era para ter sido eleito a personalidade do ano de 2006. Isso se a revista tivesse seguido o “Você!”. Ou seja, o leitor do site da revista que participou da enquete para eleger a personalidade do ano. Mas a Time preferiu deixar o “Você” de lado. E, por uma questão de marketing e para não ficar atrás da BBC, que elegeu o ‘cidadão jornalista’ como a personalidade do ano de 2005, a Time colocou “Você!” como pessoa do ano de 2006.
Errata: Hugo Chavez é a personalidade do ano 2006Tiago Dória

Despite all the buzz around the choice of ‘You’ as ‘Person of the Year’, the result should have been different. Hugo Chavez, Venezuela's President, was the one to be elected person of the year in 2006. That would have been if the Magazine had followed the ‘You'!. Or the readers of the Magazine's website who participated in the poll to elect the person of the year. But Time has decided to leave the ‘YOU!'s choice aside. For marketing reasons, and not to lose contact with BBC, which elected the ‘citizen journalist’ as the person of the year in 2005, Time Magazine has declared ‘YOU!’ as person of the year in 2006.
Errata: Hugo Chavez é a personalidade do ano 2006Tiago Dória

Y es que todos los grandes medios se coordinan para negar que son ellos los que poseen el control de la información, y para intentar convencernos que ya hemos llegado a la cumbre de la democracia ciudadana gracias a nuestro ordenador y nuestra suscripción a una conexión de Internet. Y tienen la obscenidad de hacerlo argumentando una elección que está falseada contra el criterio de esa misma comunidad a la que nombran la más poderosa del año.
El cinismo de la revista TimeOpinion – Ministerio de Comunicación e Información

And now all the big media vehicles collectively deny that they are on control of the information, trying to convince us that we already reached the top of citizen [controlled] democracy through our computer and the subscription to an Internet connection. And they commit the obscenity of doing it by arguing over an election that was fabricated over the decision of the same community that they nominate as the most powerful of the year.
El cinismo de la revista TimeOpinion – Ministerio de Comunicación e Información


The episode offers
a good indication of the problems that the traditional media will face while trying to adapt to empowered users. The transition will surely demand a new approach, which appears to be in early emergent stages but has not achieved maturity at this time.

A Time pagou o preço da socialização da Web, porque na medida em que se abre a comporta da participação popular é impossivel prever o que acontecerá porque os veículos de comunicação perderam o contato com o público e relutam em reconhecer esta distanciamento, como mostraram vários comentários postados pelos leitores do Código Aberto. A votação obtida por Chavez foi o resultado de uma campanha de varios blogueiros e grupos políticos dentro e fora dos Estados Unidos, como pode ser visto em blogs como o Canadian Observer . Este é apenas um exemplo, existem outros. Cientificamente, as pesquisas online estão longe de serem qualificadas como um espelho fiel da realidade. Elas no máximo podem funcionar como uma janela através da qual um segmento do público pode expressar sua opinião. Mas já que a Time decidiu usa-la, o mínimo que poderia fazer era publicar o resultado, e não oculta-lo num link , que só se tornou conhecido porque os blogueiros de esquerda o divulgaram. Mas o problema é mais amplo do que um erro editorial ou uma pisada de bola política. O episódio lança uma nova luz sobre os dilemas da imprensa ao defrontar-se com as consequências da Web 2.0. A transformação do cidadão comum em parceiro dos profissionais no processo da informação está apenas começando e provavelmente ainda haverá muitas outras surpresas.
Chavez, Time, e o personagem do anoCódigo Aberto

Time Magazine has payed the price of web socialization. From the moment that it opens the door for popular participation it's impossible to foresee what will happen, because the media has lost contact with its public but they are still denying this fact, as shown by many comments posted by readers of ‘Codigo Aberto’. The voting achieved by Chavez resulted from a campaign from many bloggers and political groups from within and outside the US, as can be seen in blogs like the Canadian Observer. This is just an example, there are many [more]. In scientific terms, the online polls are far from being qualified as an accurate picture of reality. They can function as a window through which a segment of the crowd can manage to express its opinion. But as Time decided to use it, the minimum [requirement] would be to publish the results, and not hide it in a link that became known only after left bloggers divulged it. However, the problem is wider than a simple editorial error or political mismanagement. The episode sheds new light over the media dilemmas while confronting web 2.0 consequences. The transformation of the citizen in a peer-to-professional in the information process is just starting, and we will probably have still many other surprises.
Chavez, Time, e o personagem do anoCódigo Aberto

Impressiona que a escolha do internauta como “personagem do ano” não tenha dito nada à publicação americana sobre sua conduta de omitir o verdadeiro resultado do “concurso” por não ter gostado desse resultado. Vai demorar talvez alguns anos, ainda, para a grande mídia se dar conta de que a casa caiu, ou seja, de que a internet pôs fim ao período de séculos durante os quais o cidadão comum permanecia amordaçado diante da imprensa. Hoje, em qualquer parte do mundo, o mais humilde dos cidadãos pode ir a uma lan house, pagar US$ 1 e “falar” para centenas, milhares de pessoas. Ninguém poderá editar sua manifestação. Ninguém poderá controlar o que dirá. Para o bem e para o mal. E, no que tange o mal que possa advir dessa nova situação, ele sempre será um preço pequeno a pagar pela total liberdade de pensamento que a internet permitiu ao homem contemporâneo.
Auto-destruição da mídiaDesabafo Brasil

It's impressive that the choice of the internaut as ‘the person of the year’ said nothing to the American publication about it's behavior of omitting the true result of the ‘contest’ for the simple fact of disliking the outcome. It will take maybe years, still, for traditional media to become aware that the building has collapsed, of simply put, that the Internet has put an end to the ages where the ordinary citizen would remain shut in front of the press. Today, in any part of the world, the humblest of the citizens can go to a lan house and pay US$ 1 and ‘talk’ to hundreds, thousands of people. Nobody will be able to edit his message. Nobody will be able to control what he will say. For the good and for the bad. Considering the bad which can come out of such a situation, it will always be a small price to pay for the freedom of expression made possible by the Internet.
Auto-destruição da mídiaDesabafo Brasil

1 comment

  • Obrigado por escutarem a nossa voz também!
    Thank you for listening our voice too!
    :)
    General Zé – Abruzolhos.blogspot.com

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