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Web 2.0 in Brazil Displays the Powers of Participation

Web 2.0

Web 2.0 is coming on strong in Brazil and showing its transformational impacts on the national mind. The recent elections were a dramatic example demonstrating that blogs and citizen media are playing an important role in the process of challenging mainstream institutions of Brazilian society and they seem to be beginning to deconstruct some known power structures. Now, with the challenge clear to many, players of all types are pouring energy into the race to occupy the newly opened spaces and there is evidence that the shift is moving beyond the specialized geek community to reach much deeper into established social institutions.

Abril lançará revista 100% escrita pelos leitores com periodicidade semanal e preço de capa a R$1,99. A “Sou + Eu” chega às bancas no dia 23 deste mês e tem conteúdo 100% escrito pelos leitores, com conteúdo colaborativo focado na vida real. Pelo que apurou a reportagem de Meio & Mensagem Online, os leitores contarão histórias de suas próprias vidas e estas se tornarão matérias escritas por eles mesmos. A redação da Sou + Eu irá checar cada história e edita-la para publicação. A seção de fotos de famosos, por exemplo, será com imagens capturadas pelos leitores e enviadas à redação. É a web 2.0 influindo no mundo on e off-line.
Conteúdo colaborativo chega às bancasRPalavreando

Abril [largest Brazilian publisher] will launch a [printed] weekly magazine 100% written by readers with cover price of R$1,99. “Sou + Eu” hit the stands on November 23th, with real stories told by the readers themselves. Each story will be checked and edited by the “Sou + Eu” crew before publishing. The celebrities picture section, for example, will be fed by images captured and sent by readers. It is the Web 2.0 influencing online and offline worlds.
Conteúdo colaborativo chega às bancasRPalavreando

Outra novidade é que a revista pagará pelo conteúdo produzido, isto é, além de terem suas histórias e dicas publicadas, as leitoras vão ganhar sempre que isso acontecer: 3 páginas valem R$ 500; 2 páginas, R$ 300; 1 página, R$ 200; e há ainda cachês de R$ 100 e R$ 50 para contribuições publicadas nas seções de serviços.
Sou+eu!, a primeira revista interativa do BrasilMidiaBlog

Another novelty is that the magazine will pay for the content…. [B]esides having their stories published, readers will earn every time they [create text]: 3 pages for R$ 500; 2 pages, R$ 300; 1 page, R$ 200; and there are payments of R$ 100 and R$ 50 for contributions published in the service section.
Sou+eu!, a primeira revista interativa do BrasilMidiaBlog

Cada vez mais vemos a colaboração e a participação dos usuários de um lado e o monitoramento e o sistema de indicações e recomendações por outro. Ou seja, a coletividade é fantástica e democrática, mas, precisa de um sistema de recomendações com reputação positiva que faça as vezes de um buscador social. O interessante da revista ‘Sou + Eu’ (Editora Abril) é que vai adotar conceitos difundidos na rede. Na internet, sabemos que a iniciativa coletiva funciona. Vamos acompanhar na mídia impressa como vai se comportar. E viva a era da participação!
Princípio da web 2.0 ganha espaço na mídia impressaMLOG

Each time we see more collaboration and participation of users from one end, and [more] monitoring and recommendations or rating systems from the other end. In other words, the collectivity is fantastic and democratic, but this demands a recommendations system with a high reputation to play the role of social search . The interesting thing about the “Sou+Eu” magazine (Abril Editora) is that it will adopt network concepts. On the Internet we know that the collective initiative works. Lets follow up the case to see how it works in printed media. Viva the participation era!
Princípio da web 2.0 ganha espaço na mídia impressaMLOG


The Brazilian digital scene
appears to have become a champion of user participation, and it's not a coincidence that the world record in navigating time is being constantly broken by its avid users. There are many different projects starting, and apart from the attempts of traditional media to enter the game, there is already a solid foundation of using open source tools by groups that advocate alternative and progressive causes. The do-it-yourself approach carries an irresistible appeal to the crowds eager to express themselves in this brave new world.

No Brasil, há jornalismo participativo em:
Seções de portais de notícias:
– Terra – vc repórter – Participação por e-mail ou celular. Permite o envio de foto, vídeo, áudio ou depoimento textual.
– Folha Online – Cidadão Jornalista – Participação por e-mail. Permite o envio de textos.
– IG – Minha Notícia – Participação pela web. Permite o envio de textos e imagens.
– Estadão – FotoRepórter – Participação por e-mail ou celular. Permite o envio de fotos.
Experiências brasileiras de jornalismo participativoJornalismo na Web 2.0

In Brazil we have participative journalism attempts in some news portals:
– Terra – vc repórter – Participation through e-mail or cell phone. Allows sending pictures, video, audio or text.
– Folha Online – Cidadão Jornalista – Participation through e-mail. Allows text.
– IG – Minha Notícia – Participation through the web. Allows texts and images.
– Estadão – FotoRepórter – Participation through e-mail or cell phone. Allows pictures.
Brazilian Experiments of Participative JournalismJornalismo na Web 2.0

Jornalistas de vários estados lançaram um blog com o objetivo de monitorar os veículos de comunicação e apontar erros e acertos no trato de questões relacionadas com grupos como negros, indígenas, mulheres, homossexuais entre outros. O Atentos à Mídia pode ser acessado a partir do endereço www.atentosamidia.com.
Atentos à Mídia: Novo Blog coletivo monitora veiculos de comunicaçãoJornalismo e Internet

Journalists from many States launched a blog with the goal of monitoring the media vehicles and pointing rights and wrongs in the coverage of issues related to groups such as afro-descendants, indigenous [peoples], women, gays and others. The “Atentos à Mídia” can be reached at www.atentosamidia.com .

Atentos à Mídia: Novo Blog coletivo monitora veiculos de comunicação
Jornalismo e Internet

Mas o caso em questão não é exatamente de blogs coletivos e muito mais de ferramentas de gestão de conteúdo com múltiplos usos e tarefas, com a participação de diversos membros e métodos de avaliação colaborativa, que, no caso específico que analisaremos, funcionam igualmente como “blogs”. Particularmente favorecido por comunidades open source e ativistas brasileiras tem sido a ferramenta CMS (Content Management System, ou Sistema de Gerenciamento de Conteúdo), da qual as mais usadas no Brasil são o Drupal, Xoops e Mambo, todas em código aberto. Mas os usos de uma ferramenta como o Drupal ou o Xoops podem ser infinitos. Imagine, por exemplo, um acampamento de ativistas num espaço público de alguma cidade grande para alguma ação, digamos, para protestar contra a situação dos sem-teto na cidade. Suponha-se que tal acampamento duraria uma semana. Durante o período, para complementá-lo, se poderia usar um Drupal (ou um Xoops, um Mambo) para atualizar notícias, incluir vídeos, clips de gravações in loco, entrevistas, artigos na imprensa, ensaios, comentários e depoimentos de participantes, fotos do acampamento, planejamentos de ações (com a devida senha), necessidades, etc. O uso do CMS poderia auxiliar uma comunidade ativista temporária numa ação ou projeto como esse, interagindo seus atores e possibilitando trocas entre si e com aqueles que estão fora.
Blogs e AtivismoRizoma.net

The case here is not exactly about collective blogs and much more about content management tools with multiple uses and features, offering multi-member participation and collaborative rating methods which, in our present situation, work as blogs. Particularly favored by open source communities are the CMSs (Content Management Systems), and the most used in Brazil are Drupal, Xoops and Mambo, all of them open source. But there are infinite uses of a tool such as Drupal or Xoops. Imagine, for example, an activist camping on a public space in some big city for a specific action, that could be a protest against the homeless situation. Imagining that such camping would last for one week. During this period, in order to empower the movement, one could use Drupal (or Xoops or Mambo) to spread the news, publish video, clips of on-location recordings, interviews, press articles, essays, comments from the participants, pictures of the camping, planning actions (password protected), etc. The CMS use can help an activist community in such an action or project, interconnecting its actors among themselves and with wider audiences.
Blogs e AtivismoRizoma.net

Fundamentalmente, a atitude empreendedora da Web 2.0 tem mais chance de dar certo porque nasceu sob a estrela da colaboração e do contéudo multiplataformas. Todos lêem mais, todos criam mais, todos colaboram mais. Podemos até estar exagerando: mas é como se os aventureiros da bolha tivessem voltado para sua tocas e reavaliado tudo que foi feito de errado. Olharam para trás e decidiram fazer tudo diferente. A Web 2.0 é como uma mão na roda para os freelancers. O que mais um freelancer precisa do que ambientes colaborativos, rapidez no ciclo briefing-lançamento, ênfase no trabalho remoto? Na verdade talvez precise, a partir de agora, prestar em tudo o que se fala sobre esta nova tendência.
Web 2.0? O que é isso?DigiBlog

The Web 2.0 entrepreneurial attitude has a bigger chance of succeeding because of it's close connection with collaboration and multi-platform content. Everybody is reading more, creating more, collaborating more. It can sound as an exaggeration, but looks like all the adventurers from the first bubble have gone back to their caves and analyzed all that went wrong. They looked back and decided to make it all different. Web 2.0 is THE tool for freelancers. What more does a freelancer need than collaborative environments, quickness in the briefing-launching cycle, and remote work approach? In fact, they now need to pay close attention to everything about this new trend.
Web 2.0? O que é isso?DigiBlog


Checking out native innovations
in collaborative journalism leads us directly to Overmundo, a government sponsored project of alternative cultural coverage. The idea, which is now an international success, was debated for some time concerning the merit of having sought for official support. But Overmundo's performance seems to indicate that online expertise and creativity needs financial support in order to reach the scale and audiences-collaborators needed to validate Web 2.0 principles. Any doubt about the correlation of the amount of available private venture capital and the US lead in the Web 2.0 revolution? In Brazil, public institutions may be the ones to play this role.

Recentemente houve algum ruído na blogosfera sobre o fato do Overmundo ser um projeto viabilizado por captação de recursos através da lei de incentivo cultural, e também por assemelhar-se ao digg. Entende-se o sentimento dos blogueiros, adeptos do ‘do it yoursef’, sobre a alavancagem de um volume alto de recursos para se montar um site. Afinal, aprendemos todos que basta uma idéia na cabeça e um blog gratuito na web para que coisas interessantes comecem a acontecer. Mas o ataque à turma que vislumbrou algo mais adiante, se mobilizou, montou o projeto, conquistou os recursos, e agora está trabalhando duro para que a idéia de uma rede colaborativa de âmbito nacional dê certo, cheira a ‘dor de cotovelo’ mal resolvida.
Overturma faz o dever de casaEcologia Digital

Recently there was some noise in the blogosphere about the fact that Overmundo is a project supported by the cultural incentive law, and also because of its similarity with Digg. We can understand the feelings of bloggers — DIY adepts — about a large amount of money for building a site. After all, we all began by learning that we just need an idea in the head and a free blog on the net to make interesting things happen. But the attack to the folks who have devised wider horizons, who have worked to build the project, conquered the resources, and now are working hard to make the idea of a nationwide collaborative network work, smells like unsettled jealousy.
Overteam doing the homeworkEcologia Digital

“Fazer site colaborativo com drupal? Claro, monto um em menos de uma hora, cheio de recursos interessantes. Mas sempre falta alguma coisa, porque eu não tenho grana pra contratar equipe, não tenho tempo pra me dedicar, porque um módulo específico ainda não está à altura do que eu preciso. E, com exceção de casos como o próprio china, o site vai ser fatalmente abandonado depois de alguns meses, por falta de saco. Já passei por essa situação meia dúzia de vezes, e fiquei realmente feliz de ter visto o overmundo encontrar uma maneira de trilhar outro rumo. … não acho que desqualificar o primeiro site que conseguiu articular um caminho viável seja uma boa estratégia. É tiro no pé. É dar razão pra quem acha que o estado não deve investir em cultura, que produção colaborativa é coisa de cumuna, e que dinheiro da Petrobras tem é que sustentar barretão e companhia. Meu inimigo está em outra parte, e a guerra é outra, maior do que se imagina.”
Felipe Fonsecacomment no BR.BR-101.org

Making collaborative sites with Drupal? Yes, I can build one in less than an hour, full of interesting features. But there is always something missing, because I don't have the money to hire a team, don't have the time to dedicate, because a specific module is not ready as I need. And, with the exception of cases as China [Brazilian blogger], the site will be abandoned after some months, because of lack of patience. I've been through this situation a dozen times, and I really felt happy to see that Overmundo found another way to go along the path. I don't think that attacking the first site that managed to articulate a possible way to succeed is a good strategy. It's a shot in the foot. It's like agreeing with the ones who say that the state cannot invest in culture, that collaborative productions are the stuff of communists, and that Petrobras money must sustain ‘barretão’ [Brazilian movie mogul] and his gang. My enemy is somewhere else, and the fight is much bigger than you imagine.
Felipe Fonsecacomment no BR.BR-101.org

Nos últimos meses apareceram diversas iniciativas brasileiras de sites colaborativos (ou web 2.0). Acho que Overmundo é a melhor delas. Há também outras iniciativas que copiam os gringos sem pensar. Mas não é raro ver que estas iniciativas ignoram algumas questões que, ao meu ver, são essenciais para que um projeto que pretende se apoiar na participação dos usuários tenha sucesso. Nós brasileiros ganhamos um monte de prêmios internacionais em várias categorias com a nossa criatividade. Mas parece que essa criatividade não está aparecendo em relação aos novos serviços colaborativos e aplicativos web no Brasil. São muitos os casos em que o serviço é uma cópia mais ou menos descarada de um serviço gringo de sucesso.
Dicas para sites colaborativos emplacarem mais fácilwebinsider

In the last months, there were many diverse Brazilian initiatives of collaborative sites (or Web 2.0). I think that Overmundo is the best among them. There are also other initiatives that copied the ‘gringos’ without any personal thinking. And it's not difficult to perceive that these initiatives ignore some issues that, in my view, are essential to projects planning a work based on active user participation. We Brazilian win lots of international prizes in many categories for our creativity. But it seems like this creativity is not appearing as it should in the new collaborative applications and services in Brazil. There are many cases where the service is a mere copy of a foreign successful service.
Dicas para sites colaborativos emplacarem mais fácilwebinsider


The example of Overmundo's digital environment
has empowered other possibilities as well. Its emphasis on popularizing new copyright licensing concepts such as Creative Commons has turned the site into the launching platform for those eager to experiment new ways of distributing cultural goods. Music, books, and even films are now heading into the market through this new channel, and the results are impressive.

Estreando no circuito de cinemas, o diretor apostou em iniciativas ousadas e inovadoras para distribuir seu filme. Além de utilizar as redes tradicionais e virtuais, Vianna licenciou o filme em Creative Commons (a licença que autoriza a sociedade a utilizar a obra de acordo com condições pré-estabelecidas, nesse caso, uso não-comercial, afastando a idéia de “pirataria”). Mais do que isso, jogou, nas salas e na web dois finais diferentes e conclamou internautas a criarem novos desfechos para a obra, abrindo alas para a expressão criativa dos espectadores. Inaugurou, assim, um novo caminho para o cinema brasileiro.
Cafuné é bom. No cinema e em casaPSL Brasil

Debuting on the film circuit, the director bet on bold and innovative initiatives to distribute his film. Besides using both traditional and virtual networks, Vianna licensed the film using Creative Commons, with the license that authorizes the social use of the piece according to established conditions, in this case, non-commercial use, which kills the idea of ‘piracy’. More than that, it has launched … on the web two different endings, calling Internauts to create new endings for the story, opening the channel for the audience's creative expression. It has inaugurated a new path for the Brazilian film industry.
Cafuné é bom. No cinema e em casaPSL Brasil

E mais: incorporando totalmente a não-linearidade proposta pelo filme, essa licença também vai garantir o direito dos usuários de editar o filme para uso próprio, ou seja: eles podem dar ao filme o final que julguem melhor, usando o seu programa de edição caseiro preferido para isso. O próximo passo, quem sabe, é criar uma ferramenta que permita que os novos editores do Cafuné compartilhem suas experiências. E quem sabe, quando lançarmos o DVD do filme, que ele tenha não só a “Versão do diretor”, mas também algumas “Versões dos internautas”….
Cafuné na redeOverblog

And more: totally manifesting the film's non-linear approach, this license will also guarantee the rights of the user to edit the film for his private use. Which means that they can give the film the ending, or find one better, using the edition software they prefer. The next step, who knows, would be to create a tool that would allow the new editors of the film to share their experiences. And maybe when we launch the DVD edition, there will be the ‘Director's cut’, and also some ‘Internauts cut'…
Cafuné na redeOverblog

The film was initially exhibited in five theatres in Rio de Janeiro and only one in São Paulo. Two weeks after the premiere, the number of cinema theaters it was shown in dropped to a single theatre in Rio and another in São Paulo. However, after another two weeks, this “little big movie” returned to three theaters in Rio de Janeiro! After three weeks with the film available on p2p networks, the tide of ‘big screen movie-and-popcorn’ enthusiasts did not exchange the box office lines for their computers. It is possible to presume that Cafuné ‘s presence on the Internet had, contrary to what some may think, actually contributed to its success.
Cafuné breaking the limits for Open Business models ICommons

What does all this energy, enthusiasm and innovation prove? We believe that at its core it is beginning to demonstrate in practical terms the vast potentials of conversational networks operating in an open source environment. As creativity, cultural innovation and both individual and collective opportunities become linked with the network concepts already apparent in the blogosphere and elsewhere, the world as we know it is being transformed.

4 comments

  • Thanks for that rundown on “citizen journalism” projects, which I keep an eye on from down here myself. (You should come have a chopp in the Vila Madá sometime). Here’s another such project: BrasilWiki!, started up by a PR agency in partnership with a former news director of the Agência Estadão.

  • […] O site Global Voices Online, organização não governamental patrocinada e lançada pelo Berkman Center for Internet and Society, serve como um centro de informações internacional sobre iniciativas derivadas da web 2.0 e, conseqüentemente, de interatividade, participação, colaboração e conteúdo gerado pelo usuário. É composto por um blog, uma ferramenta wiki e um agregador de blogs internacionais. O Global Voices Online está sediado na Universidade de Direito de Harvard e tem como objetivos pesquisar iniciativas focadas no futuro da internet e seus impactos em todos os aspectos da sociedade.A iniciativa das vozes globais on-line, em uma tradução literal do nome, é reunir no espaço blogs que estejam falando de fatos locais ou regionais para uma audiência global. Entram nessa blogs, podcasts, sites de compartilhamento de fotos e videoblogs.O site conta com um time de editores-blogueiros que trabalham no sentido de encontrar, rastrear e agregar essas conversações. Todos os dias, relacionam de cinco a dez blogs interessantes e comentam no blog. O MLOG foi rastreado com um post sobre uma revista feita totalmente por usuários: http://www.globalvoicesonline.org/2006/11/25/web-20-in-brazil-displays-the-powers-of-participation/. A blogosfera se ocupa de estimular as conversações online. O site Global Voices Online visa concentrar o melhor destas conversações em âmbito global. Trata-se a meu ver de uma espécie de busca social, assunto o qual já tratamos aqui no passado.  […]

  • […] [update: GVO has a comprehensive, if treacly with consultantspeak and RTS, review of what commercial media, at least, are practicing the “I, Reporter” meme down here.] […]

  • The web 2.0 has jumped great lengths to help people inform others. No longer is information created by a few, it is now created by us. What I wish to see and hope to do my part as well is to get this powerful tool for good usage. Web 2.0 should also focus on helping the social areas which are needed the most, such as fighting corruption, poverty and lack of education.

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